Caixa · Construcard · Consórcio contemplado
O app do banco mostra o dinheiro que já caiu. O Meu Tetto mostra o que falta para a próxima parcela cair.
Na obra financiada o dinheiro não sai de uma vez: o banco aprovou um cronograma com etapas, e cada parcela é liberada depois que um engenheiro vistoria a obra. O Meu Tetto coloca esse cronograma na sua mão — com o estado de cada medição e o que precisa estar pronto para a próxima.
As parcelas do banco, na sua tela
O banco aprovou um cronograma com etapas, e cada parcela só sai depois que um engenheiro credenciado vê a etapa pronta. No Meu Tetto esse cronograma vira uma lista viva: pedi a vistoria, o vistoriador veio, o dinheiro caiu. Você para de ligar para o gerente só para saber em que pé está.
O que falta para o próximo depósito
O aplicativo cruza as etapas que você já concluiu com o que a próxima medição exige e responde na lata: “falta terminar a alvenaria para você pedir os próximos R$ 38.500”. É a pergunta que ninguém responde — nem o banco, que só avisa depois que a vistoria acontece.
O dinheiro do seu bolso, separado do dinheiro do banco
Boa parte da obra financiada funciona como reembolso: você paga a etapa antes de receber. Cada liberação entra como entrada no financeiro, e a tela mostra quanto do seu próprio dinheiro está adiantado na obra — antes que ele acabe no meio de uma etapa.
O que o Meu Tetto não faz
Ele não fala com o banco, não envia documento por você e não apressa vistoria nenhuma. Não existe integração com a Caixa nem com administradora de consórcio. O que ele acaba é com a surpresa: você chega em cada medição sabendo o que o engenheiro vai olhar, e sabe quanto do seu dinheiro está adiantado enquanto a parcela não cai.
Perguntas de quem constrói financiado
Como funciona a liberação do dinheiro na obra financiada?
O banco aprova um cronograma dividido em etapas, cada uma com um percentual da obra e um valor. O dinheiro não sai de uma vez: a cada etapa concluída você pede a vistoria, um engenheiro credenciado confere se a obra bate com o cronograma aprovado, e só então a parcela é liberada.
Por que preciso pagar a etapa antes de receber o dinheiro?
Porque boa parte das liberações funciona como reembolso: a etapa precisa estar executada para ser vistoriada, e a vistoria vem antes do depósito. Na prática, você adianta o dinheiro e o banco repõe depois — é por isso que faltar caixa no meio de uma etapa é o aperto mais comum de quem constrói financiado.
O que o engenheiro olha na vistoria?
Ele confere se as etapas que a parcela cobre estão executadas conforme o cronograma que o banco aprovou. Por isso vale ter registro do que ficou pronto, com data e foto: se a medição for contestada, é o que você tem para mostrar.
O Meu Tetto agiliza a liberação da minha parcela?
Não. O aplicativo não fala com o banco, não envia documento por você e não interfere na vistoria. O que ele faz é organizar o que está na sua mão: saber o que precisa estar pronto para a próxima medição, em que estado está cada parcela e quanto do seu próprio dinheiro já está adiantado na obra.
Serve para consórcio contemplado e Construcard?
Sim. O desenho é o mesmo: cronograma aprovado, vistoria e liberação em parcelas. Você cadastra as etapas como estão no seu documento — seja da Caixa, de outro banco ou da administradora do consórcio.
Quanto tempo demora entre pedir a medição e o dinheiro cair?
Depende do banco e da agenda do engenheiro credenciado, e por isso nenhum aplicativo pode prometer esse prazo — inclusive este. O que dá para controlar é o outro lado: chegar na medição com a etapa pronta, sem descobrir na visita que faltava alguma coisa e perder o ciclo inteiro.
Como sei quanto do meu dinheiro está adiantado enquanto espero?
Somando o que já saiu do seu bolso nas etapas que a próxima parcela cobre. O Meu Tetto mostra esse número porque ele é a conta que a obra financiada esconde: o cronograma do banco fala do dinheiro dele, e o seu fica pelo caminho até a liberação.
O dinheiro que o banco libera entra no controle da obra?
Sim. Quando você marca a parcela como recebida, ela vira uma entrada no financeiro e o saldo disponível da obra sobe. Assim o mesmo lugar responde de onde veio cada real, se do banco ou do seu bolso, e quanto ainda há em caixa.
E se a minha obra não for financiada?
Aí essa parte simplesmente não existe para você. Ao criar a obra o aplicativo pergunta de onde vem o dinheiro, e quem constrói com recursos próprios não vê tela, aba nem aviso sobre financiamento em lugar nenhum.
O que você vê enquanto a parcela não cai
Próxima medição · exemplo ilustrativo
Falta terminar a alvenaria para você pedir os próximos R$ 48.000.
- Liberado até aqui
- R$ 152.000
- Ainda a liberar
- R$ 198.000
- Do seu bolso, à espera da medição
- R$ 21.400
- Etapas concluídas
- 4 de 9
O terceiro número é o que costuma pegar de surpresa: é quanto do seu dinheiro já está na obra esperando o banco devolver. Ele aparece porque cada medição é reembolso, e ninguém avisa quanto está adiantado.
As etapas que o cronograma costuma cobrar
O percentual de cada uma muda conforme o banco e o projeto aprovado — por isso o cronograma que vale é sempre o do seu contrato. O que não muda é a ordem em que a obra anda, e é ela que o app acompanha:
- 01Fundação
- 02Estrutura
- 03Alvenaria
- 04Cobertura
- 05Instalações
- 06Acabamento
- 07Pintura
- 08Limpeza
- 09Entrega
A última parcela costuma exigir a averbação da construção na matrícula do imóvel, que é ato de cartório e acontece fora da obra.
Organize a sua obra financiada
Ao criar a obra você diz de onde vem o dinheiro. Se for financiamento ou consórcio, a tela de medições aparece; se for do seu bolso, ela nem existe. E o resto do aplicativo é o mesmo para todo mundo: gastos, fotos, cronograma e o custo por m² comparado com o mercado.
Antes de começar, veja se o seu orçamento faz sentido: a calculadora de custo por m² e o guia do dono da obra são abertos, sem cadastro.